ninguém pode saber que este poema é teu.
ninguém pode saber. ninguém pode saber
que este poema. ninguém. este poema é teu.
sou uma coisa da qual se tem vergonha.
José Luís Peixoto
com a devida vénia, de Apeadeiro, Revista de Atitudes Literárias, N.º 1, Primavera 2001, Quasi Edições
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