Emudecer o afe[c]to português?
Amputar a consoante que anima
a vibração exa[c]ta
do abraço, a urgência
tá[c]til do beijo? Eu não nasci
nos Trópicos; preciso desta interna
consoante para iluminar a névoa
do meu dile[c]to norte.
Inês Lourenço
com a devida vénia, de COISAS QUE NUNCA, & etc, 2010
1 comentários:
exa(c)tamente e por aqui sempre bons poemas!!
Um abraço e desejo de boa semana.
Carmen.
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