20 de Julho de 2011

NOCTURNAS PORTAS

Portas, imensas e nocturnas portas, quando o que desejamos é
um rasgão luminoso.

Mário Rui  de Oliveira

com a devida vénia, de O VENTO DA NOITE, Assírio & Alvim, Março de 2002

1 comentários:

carmen silvia presotto disse...

Um sonho que nos mantenha vivos..

Que rasgo este poema!!

Beijos.

Carmen.