APENAS AREIA
Sou o pó
E vou no vento
Através de rios
E montes
Vou no vento
E talvez eu pouse
Talvez encontre
O mel as areias
Do teu corpo
Trazidas pelo vento.
Casimiro de Brito
in António Ramos Rosa e Casimiro de Brito, DUAS ÁGUAS, UM RIO, edições Quasi, 2002
Etiquetas: Casimiro de Brito


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